Fim do governo Vargas e a pressão norte-americana

1º) Na crise política que culminou com o suicídio de Vargas, não tem faltado quem aponte a pressão norte-americana, juntamente com a de grupos nacionais, decorrente da decretação do monopólio estatal do petróleo, como um do seus componentes, não obstante a lei que criou a Petrobrás, tenha sido resultado da junção de forças de segmentos nacionalistas e não exclusivamente de um posicionamento pessoal de Vargas. O teor da carta-testamento reforça os argumentos de tais análises.

2º) Havia outros motivos para o descontentamento do capital estrangeiro, especialmente o norte-americano. Decreto-lei de Vargas, de 1954, limitou em até 10% ao ano as remessas de lucros para o exterior do capital inicialmente investido. Embora a lei NÃO confrontasse com o Gatt e o FMI, houve protesto no Departamento de Estado.

3º) A crise política externa passou a ter nas relações exteriores, fundamentalmente as com os Estados Unidos, um importante componente, na medida em que essas integravam a visão de mundo de cada segmento, preocupado, de uma forma ou de outra, com o desenvolvimento nacional.

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